A Força do Trabalhador: Conquistas Sindicais que Mudaram o Brasil

Da linha de produção aos maiores acordos salariais da América Latina: como o sindicalismo moderno transformou a realidade de milhões.

Quando retornei ao Brasil após o exílio, voltei para o chão de fábrica. Fui metalúrgico na G. Sorensen e ali iniciei a jornada que definiria a minha vida pública: o movimento sindical.

Comecei na Comissão de Salários do Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi — simplesmente o maior da América Latina, com mais de 500 mil filiados. Ao longo dos anos 1980, assumi a vice-presidência e, posteriormente, a presidência da entidade. Nosso modelo era um sindicalismo moderno, combativo e de resultados. Criamos quatro subsedes, construímos o Palácio do Trabalhador, conquistamos reduções de jornada e celebramos acordos salariais históricos.

Esse trabalho de base me levou a fundar, ao lado de grandes companheiros, a Força Sindical. Tive a honra de ser o seu primeiro presidente, cargo que ocupei até 1999. Dessas lutas, nasceu um dos meus maiores orgulhos: o Centro de Solidariedade ao Trabalhador (CST). Criamos um espaço onde o desempregado não encontra apenas vagas, mas respeito, acolhimento e qualificação profissional. Um modelo nascido no movimento sindical paulista que, pelo seu sucesso, acabou copiado por todo o Brasil, ajudando milhões a reconquistarem seu sustento e sua dignidade.

Nascido na Amazônia e forjado na resistência pela democracia, dediquei minha vida à conquista da liberdade por meio do trabalho. Fui presidente do Sindicato dos Metalúrgicos e fundador da Força Sindical, liderando conquistas históricas para milhões de brasileiros. Com a experiência de dois mandatos como deputado federal, sigo firme na defesa dos direitos trabalhistas. Agora, candidato a vereador pelo Solidariedade, reafirmo meu compromisso com a geração de emprego e renda em São Paulo. Minha trajetória é marcada pela coragem; minha luta é a nossa luta.

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